terça-feira, 5 de julho de 2011

Para Saberes: enigma 44

No enigma 44, a forma correta é detêm.

À luz do novo acordo ortográfico, recebe acento circunflexo a forma verbal "têm"(3ª pessoa do plural do Presente do Indicativo de ter ) assim como as correspondentes formas compostas como "detêm".

Veja-se os casos de:

-contêm (conter);
-detêm (deter);
-mantêm (manter);
-obtêm (obter).

nova ortografia: enigma 44

À luz do novo acordo ortográfico, como se escreve a palavra destacada?

Os partidos de Direita detem a maioria.

OU
Os partidos de Direita detêm a maioria.




Para Saberes: enigma 43

No enigma 43, a forma correta é sem-vergonha.

À luz do novo acordo ortográfico, emprega-se o hífen nos compostos com o elemento "sem".

Veja-se os casos de:
sem-cerimónia;
sem-número.

domingo, 3 de julho de 2011

nova ortografia: enigma 43

À luz do novo acordo ortográfico, como se escreve a palavra destacada?



Aquele político é sem-vergonha.

OU

Aquele político é semvergonha.

Para Saberes: enigma 42

No enigma 42, a forma correta é Sr.

A letra maiúscula continua a usar-se, entre outros, em siglas, símbolos ou abreviaturas internacionais ou nacionalmente reguladas com maiúsculas iniciais ou mediais ou finais ou o todo em maiúsculas.


Vejam-se os casos:


UE (União Europeia)
ONU (Organização das Nações Unidas)
V. Exª (Vossa Excelência)

Nova ortografia: enigma 42


À luz do novo acordo ortográfico como se escreve a palavra destacada?

Eu conheço o Sr. João

OU

Eu conheço o sr. João.

Para Saberes: enigma 41

No enigma 41 estão corretas ambas as formas: visitámos ou visitamos.

Numa primeira leitura, o texto do acordo ortográfico, legitima estes casos de dupla acentuação. 

Porém, se considerarmos a variante do português europeu, a forma correta é visitámos.
 

No Para Saberes:enigma 24, a propósito de um exemplo semelhante, acrescentou-se ainda o seguinte esclarecimento:


O carácter facultativo da acentuação prende-se com o facto de o acordo respeitar, genericamente, as diferentes normas cultas da língua (nomeadamente a lusoafricana e a brasileira), particularmente o que se relaciona com a dimensão fonética.
Assim, no Acordo Ortográfico, o caso de acentuação aqui referido  é facultativo para a generalidade dos países e das respectivas línguas, na medida em que coexistem formas diferentes de pronunciar e/ou grafar as palavras nessas variedades, perspectivadas em conjunto.
Focalizando apenas o caso do Português na sua variedade europeia, a situação é diferente. Isto porque há distintividade entre 'falámos / falamos' e 'dêmos / demos' na chamada norma culta. 

Assim, segundo com Malaca Casteleiro e Pedro Luís Correia na página 31 do seu livro O que vai mudar na grafia do português": "O Novo Acordo prevê que se assinale, na norma culta lusoafricana, com acento agudo, nos verbos regulares da primeira conjugação, a terminação da primeira pessoa do plural do pretérito perfeito do indicativo, de modo a distingui-la das correspondentes formas do presente do indicativo, e que, na norma culta brasileira, não haja distinção dessas formas. 
      Deste modo, coexistem para as formas do pretérito perfeito na primeira pessoa do plural: 
      andámos , cantámos, lavámos, na norma culta lusoafricana; 
     andamoscantamoslavamos, na norma culta brasileira.”